Babbitt - Sinclair Lewis
Part of the Prêmio Nobel series
Na obra BABBITT, o escritor americano, Sinclair Lewis, com uso de muita ironia, faz um relato da classe média norte-americana nos anos 20, com seus vícios, desejos, ambições e angústias. O personagem central e que dá nome ao livro, George F. Babbitt, é um corretor imobiliário americano que, assim como seus amigos, representa classe média de mentalidade conservadora e convencional numa busca obsessiva pela ascenção social a qualquer preço. O autor teve tamanho sucesso com a sua provocante obra, que a palavra "Babbitt" passou a ser utilizada para representar uma pessoa provinciana, de mente estreita e interessada majoritariamente em negócios, dinheiro e posição social.
Publicado em 1922, Babbitt é um livro atemporal e, além do prazer da leitura, proporciona uma reflexão sobre a vida que ainda levamos. Não é sem razão que Babbitt faz parte da famosa coletânea "1001 livros para ler antes de Morrer" e rendeu a Sinclair Lewis o Prêmio Nobel de Literatura, em 1930.
Thaís - Anatole France
Part of the Prêmio Nobel series
Anatole France (1844 – 1924), nasceu em Paris, França e se consagrou como um dos grandes escritores franceses. Anatole foi um crítico da sociedade francesa de sua época além de uma das figuras mais importantes na tradição do humanismo liberal. Seus romances cativaram gerações posteriores de escritores e sua escrita de talento único o fizeram merecedor do Prêmio Nobel de literatura de 1921. O romance histórico Thaís (Tais) de Anatole France, publicado em 1890. É baseado em eventos da vida de Santa Thaïs do Egito, uma lendária cortesã convertida ao cristianismo que teria vivido no século IV. Escrito num estilo onírico e evocativo, o romance funde a atmosfera exótica e a emoção do romance histórico com uma exploração filosófica dos efeitos da tentativa de renunciar aos desejos em prol da salvação espiritual. Thais faz parte da famosa coletânea: 1001 livros para ler antes de morrer.
DIÁRIO ÍNTIMO - Prudhomme
Part of the Prêmio Nobel series
Sully Prudhomme nasceu na França e se consagrou como um dos maiores escritores franceses de sua época. Prudhomm foi um dos principais poetas do parnasianismo e recebeu o Prêmio Nobel de Literatura de 1901. Em Diário Íntimo, Prudhomme carrega a inclinação introspectiva de seu espírito, suas dúvidas e sua inquietação que as coisas terrenas não conseguem dissipar. Esses são os temas habituais de sua composição, neste livro exacerbado porque escrito para o próprio autor que declarava: " Escrever para si mesmo é repousar."
Pigmalião - Bernard Shaw
Part of the Prêmio Nobel series
George Bernard Shaw, nascido na Irlanda em 1856, foi um dramaturgo, romancista, contista, ensaísta e jornalista irlandês. Autor de comédias satíricas de espírito irreverente e inconformista, Bernard Shaw.foi agraciado com um Prêmio Nobel (1925) e um Oscar (1938).por suas contribuições para a literatura e por seu trabalho no filme Pygmalion. A peça Pigmalião conta a história de uma mulher humilde transformada em mulher da alta sociedade. Na narrativa Eliza Doolittle é uma mendiga que vende flores pelas ruas escuras de Londres. Em uma dessas noites, Eliza conhece um culto professor de fonética chamado Henry Higgins, que ao ouvir a horrível pronúncia de Eliza, aposta com o amigo Hugh Pickering que é capaz de transformar uma simples vendedora de flores numa dama da alta sociedade num espaço de seis meses. A obra foi adaptada para o cinema com o nome My Fair Lady - Minha Bela Dama. No Brasil, a peça foi adaptada duas vezes para a TV com as novelas Pigmalião 70 e Totalmente Demais.
A Casa E O Mundo - Tagore
Part of the Prêmio Nobel series
Rabindranath Tagore foi a figura literária mais importante da literatura bengali. Como poeta, romancista, músico e dramaturgo, Tagore reformulou a literatura e a música bengali no final do século XIX e início do século XX. A Casa e o Mundo é um romance de 1916 que ilustra a batalha que Tagore travou consigo mesmo, entre as ideias da cultura ocidental e a revolução contra essa mesma cultura. A obra foi um grande sucesso mundial e esteve entre as selecionadas em uma lista do "The Telegraph" com os 10 maiores romances asiáticos de todos os tempos. Um feito muito relevante, mas não extraordinário para um escritor que, em 1915, foi laureado com o Prêmio Nobel de Literatura.
Gitanjali: Oferenda Lírica - Tagore
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Rabindranath Tagore foi a figura literária mais importante da literatura bengali. Um destacado representante da cultura hindu. Como poeta, romancista, músico e dramaturgo, Tagore reformulou a literatura e a música bengali no final do século XIX e início do século XX. Suas obras mais conhecidas são: Gitanjali (Ofertas de Música), Gora (Enfrentamento Justo) e Ghare-Baire (A Casa e o Mundo). Seus versos, contos e romances foram aclamados por seu lirismo, coloquialismo, naturalismo e contemplação e Gitanjali - Oferenda Lírica - é uma coleção de poemas desse grande poeta bengali. Tagore recebeu o Prêmio Nobel de Literatura, em grande parte por esta obra.
Caniços Ao Vento
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Caniços ao Vento é uma obra profundamente introspectiva que aborda os conflitos entre tradição e modernidade, além da luta interna entre o dever e os desejos pessoais. Grazia Deledda constrói um retrato sensível da Sardenha, tanto como um espaço físico quanto como um símbolo da resistência e da fragilidade humana. O romance explora as vidas de personagens marcados pela opressão social, pela religiosidade e pelas forças imutáveis da natureza, evidenciando o impacto dessas forças em suas escolhas e destinos.
Desde sua publicação, Caniços ao Vento tem sido celebrado por sua exploração dos dilemas morais e existenciais, bem como pela representação vívida das paisagens da Sardenha. A obra revela uma conexão profunda entre os personagens e o ambiente, em que a natureza desempenha um papel quase metafórico, refletindo a luta entre resistência e resignação. Este equilíbrio entre o individual e o coletivo, o espiritual e o terreno, reforça a universalidade das questões tratadas no romance.
A relevância de Caniços ao Vento perdura por sua capacidade de capturar os aspectos mais sutis da condição humana, especialmente a tensão entre liberdade e destino. Grazia Deledda, vencedora do Prêmio Nobel de Literatura, oferece nesta obra uma reflexão poética e atemporal sobre os desafios de viver em harmonia consigo mesmo e com o mundo ao redor.
A Excluída - Pirandello
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Romancista, contista e dramaturgo, Luigi Pirandello é um dos maiores artistas da Itália e de seu tempo. Prêmio Nobel de Literatura de 1934 por sua brilhante e corajosa renovação do drama e da cena, foi também um primoroso escritor. Das sete novelas escritas por Pirandello, A Excluída (L'Esclusa, 1901) se destaca pelo tratamento não convencional que dá ao tema do adultério e, historicamente, pelo modo sutilmente corrosivo com que aceita as normas do Naturalismo. Uma suspeita de traição e o altíssimo preço pago pela personagem central, sustentam a trama brilhantemente criada por Pirandello. A Excluída é um romance instigante e provocador. Uma obra que merece ser lida.
Santa Joana - Bernard Shaw
Part of the Prêmio Nobel series
George Bernard Shaw, nascido na Irlanda em 1856, foi um dramaturgo, romancista, contista, ensaísta e jornalista irlandês. Autor de comédias satíricas de espírito irreverente e inconformista. Ele e o cantor Bob Dylan são os únicos a terem obtido um Prêmio Nobel de Literatura (1925) e um Óscar (1938). Shaw por suas contribuições para a literatura e por seu trabalho no filme Pygmalion. Santa Joana é uma de suas peças mais conhecidas, sendo baseada na vida e julgamento de Joana d'Arc. Publicado em 1924, não muito tempo depois da canonização de Joana d'Arc pela Igreja Católica Romana, a peça dramatiza o que se sabe de sua vida com base nos registros substanciais de seu julgamento. Shaw estudou as transcrições e escreveu em seu prefácio: Não há vilões na peça. Crime, como a doença, não é interessante: é algo que deve ser feito com a distância por consenso, e isso é tudo sobre isso. Michael Holroyd caracterizou a peça como "uma tragédia sem vilões" e como "única tragédia" de Shaw.
Miréia - Frederic Mistral
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Vencedor do Prêmio Nobel de 1904, Frédéric Mistral (1830 – 1914) nasceu em Maillane, França e se consagrou como um dos maiores escritores franceses do seu tempo. Foi o poeta que liderou o renascimento da literatura e língua occitana no século XIX. Sua obra principal foi o drama Mirèio (Mireia) à qual dedicou oito anos de trabalho. Em oposição ao que seria a ortografia habitual Mistral teve que ceder à imposição de seu editor, Roumanille, e optar por uma grafia simplificada, que desde então se chama "mistraliana", em oposição à grafia "clássica" herdada dos trovadores. Mireia conta o amor de Vincent e da bela provençal Mireia. Esta história é equiparável à de Romeu e Julieta. Mirèia combina habilidade narração, diálogo, descrição e lirismo com notável qualidade musical. Sob o título francês, Mireille, inspirou uma ópera de Charles Gounod em 1863.
Córydon - Gide
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Corydon é o título de um conjunto de ensaios por André Gide sobre a homossexualidade. O texto foi publicado separadamente entre 1911 e 1920, e o livro completo apenas teve a sua primeira edição em francês em 1924. Os ensaios fazem uso do testemunho de naturalistas, historiadores, poetas e filósofos para suportar o argumento de Gide de que a homossexualidade existia nas civilizações culturalmente e artisticamente mais avançadas (como na Grécia de Péricles, na Renascença italiana e na Inglaterra isabelina), o que se refletia em escritores e artistas de Homero e Virgílio a Ticiano e Shakespeare nas suas representações das relações homem-homem de forma não platnica ou de amizade, como outros as proclamaram. Corydon, assim como seu autor, sofreu fortíssimas reações da conservadora sociedade da época, mas que o autor fez, foi simplesmente discutir abertamente o tema Homossexualismo em termos sociológicos e históricos.Corydon é um livro profundo que merece ser lido, independentemente da visão do leitor sobre o assunto homossexualismo.
A Rebelião Dos Anjos - Anatole France
Part of the Prêmio Nobel series
Anatole France (1844 – 1924), nasceu em Paris, França e se consagrou como um dos grandes escritores franceses. Anatole foi um crítico da sociedade francesa de sua época além de uma das figuras mais importantes na tradição do humanismo liberal. Seus romances cativaram gerações posteriores de escritores e sua escrita de talento único o fizeram merecedor do Prêmio Nobel de literatura de 1921.
A rebelião dos Anjos é o último romance de Anatole France e certamente o seu Opus Magnum, sintetizando suas ideias sobre a religião, a essência do bem e do mal, a inteligência, a vida, Deus. Esta fantasia metafísica, que mescla cenas realistas da vida parisiense com as loucas aventuras dos anjos caídos, é um retrato mordaz e divertido de uma sociedade conservadora, crítica velada contra a violência e todas as formas de poder instituído, A Rebelião dos Anjos, é considerado uma obra-prima atemporal da literatura e faz parte da famosa coletânea 501 Livros para ler antes de morrer.
A Luz Que Se Apagou - Rudyard Kipling
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Rudyard Kipling foi um dos escritores mais populares da Inglaterra. Laureado com o Prêmio Nobel de Literatura de 1907, tornou-se o primeiro autor de língua inglesa a receber esse prêmio sendo, até hoje, o mais jovem escritor a recebê-lo.A obra A luz que se apagou, foi publicado pela primeira vez em 1891 e narra a vida de Dick Heldar, um artista e pintor que fica cego, e seu amor não correspondido por sua colega de infância, Maisie. É o primeiro romance de Kipling, escrito quando ele tinha 26 anos, sendo baseado em seu próprio amor não correspondido por Florence Garrard. A Luz que se Apagou teve excelente recepção do público no lançamento e tem sido republicado com sucesso há mais de um século. Ganhou também adaptações para o teatro e cinema.
A Mancha Que Limpa - José Echegaray
Part of the Prêmio Nobel series
José Echegaray y Eizaguirre (1832 -1916) nasceu em Madrid, Espanha e se consagrou como um dos maiores escritores espanhóis do final do século XIX. Foi também dramaturgo, matemático, engenheiro, administrador e homem de carreira pública. Echegaray foi o primeiro escritor espanhol a ser laureado com Prêmio Nobel de literatura. O drama A Mancha que Limpa, lançado em 1895, conta a história de Matilde, uma mulher enlouquecida de ciúmes que ao descobrir a traição de seu marido comete um assassinato.
Çaturanga - Tagore
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Rabindranath Tagore (1861-1941) foi um escritor indiano, que se notabilizou também como filósofo, reformador social e político. Autor popular em todos os gêneros literários, ele foi fundamental para uma maior liberdade para a imprensa e influenciou Gandhi e os fundadores da Índia moderna. Tagore comps centenas de canções, inclusive os hinos da Índia e de Bangladesh, versos, e um legado de romances de qualidade, contos e ensaios. Neste ebook, o leitor encontrará algumas de suas histórias curtas mais cativantes. A grandiosa obra de Rabindranath Tagore lhe valeu a distinção de ser o primeiro escritor asiático a receber o Prêmio Nobel de Literatura em 1913.
O Falecido Mattia Pascal - Pirandello
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Luigi Pirandello foi um escritor e Dramaturgo italiano, autor de obras de enorme sucesso como O Falecido Mattia Pascal e A Excluida.
O Falecido Mattia Pascal, é a história do personagem homnimo que, após sucessivos dissabores na vida, culminando em um matrimnio indesejado, tem a possibilidade de recomeçar a sua vida após ganhar uma fortuna na França e, paralelamente, é dado como falecido em sua cidade natal. Retornando a Itália, decide morar em Roma, onde inicia uma nova vida, com uma nova identidade. Decepcionado com sua existência, sendo desafiado para um duelo, simula uma segunda morte, decidindo, por fim, retomar a sua existência pretérita: uma existência que não possui mais. O Falecido Mattia Pascal foi uma das obras que mais contribuiu para a popularização do autor, tanto dentro da Itália quanto internacionalmente. Em 1934, Luigi Pirandello recebeu o Prêmio Nobel de Literatura.
História De Roma - T. Mommsen
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História de Roma é uma obra monumental que explora o desenvolvimento político, social e cultural da Roma Antiga, desde suas origens míticas até a consolidação do Império. Theodor Mommsen, com sua abordagem meticulosa e visão analítica, apresenta uma narrativa que combina rigor histórico com uma interpretação vibrante dos eventos e personagens que moldaram uma das civilizações mais influentes da história. A obra examina as tensões entre as instituições republicanas e as forças centralizadoras, retratando a complexa interação entre ambição individual e os interesses coletivos de Roma.
Desde sua publicação, História de Roma tem sido amplamente reconhecida como um marco na historiografia, premiada inclusive com o Nobel de Literatura em 1902. A profundidade de sua análise e a clareza de sua escrita proporcionam um panorama detalhado e fascinante, cobrindo temas como a luta de classes, o impacto das reformas sociais e as transformações que levaram ao declínio da República. Mommsen destaca figuras históricas como Júlio César, analisando sua influência na transição de Roma para o regime imperial.
A relevância duradoura da obra reside na capacidade de Mommsen de conectar os eventos históricos à compreensão das dinâmicas políticas e sociais universais. História de Roma não apenas ilumina o passado, mas também oferece reflexões valiosas sobre poder, liderança e os desafios inerentes à construção e preservação de uma sociedade próspera. Por meio de sua narrativa rica e análise perspicaz, a obra continua a inspirar leitores e estudiosos, consolidando seu lugar como um clássico essencial da historiografia mundial.
Kim - Rudyard Kipling
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Rudyard Kipling foi um dos escritores mais populares da Inglaterra. Foi laureado com o Nobel de Literatura de 1907, tornando-se o primeiro autor de língua inglesa a receber esse prêmio e, até hoje, o mais jovem a recebê-lo. Kim é um romance notável pela imagem pormenorizada do povo, da cultura e das várias religiões da Índia, apresentando um retrato vívido do pais, da amplitude das suas populações, religiões e superstições da vida e dos caminhos. Kim é uma obra muito especial, pois além de ter sido escrita pelo talentoso Rudyard Kipling, foi traduzida para o português pelo nosso grande escritor e tradutor Monteiro Lobato. A obra foi adaptado três vezes para o cinema e a televisão e faz parte da famosa coletânea 1001 Livros para ler antes de morrer.