Skip to main content
  • Hoopla logo
  • Browse
  • My Hoopla
  • Log In
Books, videos, and music - all free from your public library!
LoginSign Up

Footer

Hoopla logo, Go to homepage
  • For Patrons
  • For Libraries (opens in new window)
  • For Vendors (opens in new window)
  • Facebook (opens in new window)
  • X (opens in new window)
  • Instagram (opens in new window)
  • YouTube (opens in new window)
  • TikTok (opens in new window)
  • LinkedIn (opens in new window)

Our Company

  • Our Story
  • Get Hoopla for your Library (opens in new window)
  • Get your content on hoopla (opens in new window)
  • Join our team (opens in new window)
  • Accessibility Statement

Our Content

  • Audiobooks
  • Ebooks
  • Movies
  • Television
  • Comics
  • BingePasses
  • Music
  • The Loop Blog

Help

  • Help Center
  • Submit Feedback
  • Facebook (opens in new window)
  • X (opens in new window)
  • Instagram (opens in new window)
  • YouTube (opens in new window)
  • TikTok (opens in new window)
  • LinkedIn (opens in new window)
  • Download on the App Store (opens in new window)
  • Get it on Google Play (opens in new window)
  • Available at Amazon Appstore (opens in new window)
© 2026 Midwest Tape, LLC. All rights reserved. Privacy Policy | Terms of Use
  1. Navigate Home
  2. Ebooks
  3. Saudade

EBOOK
Português

Saudade

Da Poesia Medieval À Fotografia Contemporânea, O Percurso De Um Sentimento Ambíguo

Samuel De Jesus
(0)
sign up
Year
2015
Language
Portuguese
Publisher
Autêntica Editora

About

"Onde o ausente é comida, as saudades são fome", escreve Antonio Viera no Índice das coisas mais notáveis. Parece dizer bem o "imperador da língua portuguesa" (como o nomeou Fernando Pessoa), essa mesma língua que se orgulha de ter uma única palavra para designar um sentimento cuja ambiguidade parece intraduzível aos outros idiomas - e, portanto, às outras culturas. Se são fome e plural, como quer o pregador jesuíta, as saudades são carência, e múltiplas. Carência, falta, ausência do que fui ou do que se foi, do que esteve e passou, do que se ama mas não está, do que se amou e nunca mais estará, do que se ama e jamais esteve. Assim, pois, como não há memória sem tempo, não há saudade sem lembrança. Por isso a pintura e sobretudo a fotografia se revelam, ao mesmo tempo, como repositórios e provocadores da atualização dessa dor - não necessariamente desesperançada mas sempre melancólica - causada pela imagem eternizada de um momento ou de uma paisagem, de uma pessoa ou de outro sentimento, de uma cena ou de outros tempos, radicalmente outros e singulares, únicos, irreproduzíveis. Centrando-se na fotografia, num percurso que começa pela etimologia da palavra e sua apropriação pela poesia medieval, passando pela pintura, Samuel de Jesus empreende exaustivo estudo sobre as relações entre aquela invenção relativamente recente, hoje tão universal e popularizada, e esse afeto no âmbito da cultura luso-brasileira...

Related Subjects

  • Aesthetics
  • Philosophy
  • Adult Nonfiction
  • Language
  • General

Artists

Samuel De JesusAuthor