Skip to main content
Books, videos, and music - all free from your public library!
LoginSign Up

Footer

Hoopla logo, Go to homepage
  • For Patrons
  • For Libraries (opens in new window)
  • For Vendors (opens in new window)
  • Facebook (opens in new window)
  • X (opens in new window)
  • Instagram (opens in new window)
  • YouTube (opens in new window)
  • TikTok (opens in new window)
  • LinkedIn (opens in new window)

Our Company

  • Our Story
  • Get Hoopla for your Library (opens in new window)
  • Get your content on hoopla (opens in new window)
  • Join our team (opens in new window)
  • Accessibility Statement

Our Content

  • Audiobooks
  • Ebooks
  • Movies
  • Television
  • Comics
  • BingePasses
  • Music
  • The Loop Blog

Help

  • Help Center
  • Submit Feedback
  • Facebook (opens in new window)
  • X (opens in new window)
  • Instagram (opens in new window)
  • YouTube (opens in new window)
  • TikTok (opens in new window)
  • LinkedIn (opens in new window)
  • Download on the App Store (opens in new window)
  • Get it on Google Play (opens in new window)
  • Available at Amazon Appstore (opens in new window)
© 2026 Midwest Tape, LLC. All rights reserved. Privacy Policy | Terms of Use
  • Hoopla logo
    Powered by Hoopla
  • Browse
  • My Hoopla
  • Log In
  1. Navigate Home
  2. Ebooks
  3. Estado De Despejo

EBOOK

Estado De Despejo

Ricardo Rizzo
(0)
sign up
Year
2014
Language
Portuguese
Publisher
Geleia Real

About

"Estado de despejo" é o terceiro livro de poemas de Ricardo Rizzo. Lançado exclusivamente em formato digital pelo selo Geleia Real, que tem coordenação de Ronald Polito.

Para Eduardo Sterzi, que assina o posfácio, "não há (…) como ser poeta, hoje, sem se defrontar com o que Ruy Belo, ainda em diálogo com os resíduos teológicos de sua formação juvenil, designou, no título de um de seus livros, "o problema da habitação". Nesse mundo, apenas a transformação do objeto em mercadoria – "rito odiado" pelo qual o "velho coração de objeto / gasto de existir / desde a pedra lascada" é exposto "a uma plateia calada" – faz-se interpretar como conquista de "uma vida / maior [...] e mais livre". Compreende-se que seja, por contraposição, precisamente a "mínima vida" que interesse ao poeta: "vida mínima" ou "vida menor", diria ainda Drummond; "um pouco de vida, uma semi-vida", dirá agora Ricardo Rizzo. Trata-se, aqui, de dar atenção àquela "parcela mínima de vida", comum a homens e vírus (biologicamente, o gene; filosoficamente, diríamos com Benjamin e Agamben, a "vida nua"), que, como bem viu Oswald de Andrade, concentra numa "duplicidade antagnica" – ao mesmo tempo "benéfica" e "maléfica" – "o seu caráter conflitual com o mundo". Em ninguém essa "mínima vida" é mais aparente do que nos miseráveis: naqueles que foram reduzidos a ela. No entanto, é precisamente esse "pouco de vida" – e não a participação em qualquer plenitude mais ou menos ilusória – que constitui a região ontológica comum a elefantes e filhas inventadas, sem-teto e brinquedos quebrados, Macabéa e o corpo despedaçado de Cristo, o "bicho" que procura comida no lixo do pátio e os "velhos espíritos" que são "formas de poeira" resistentes à história e sua destruição, "o baço / que não usaram no transplante" e "alguma víscera / inicialmente não prevista".

Related Subjects

  • General
  • Poetry
  • Adult Nonfiction

Artists

Ricardo RizzoAuthor