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Confúcio assessorando o gerente

Língua Portuguesa

Claudio Pardo Molina
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Neste livro, realizo um exercício fictício em que um gestor do século XXI contrata como conselheiro Confúcio, um pensador chinês nascido há aproximadamente 500 anos a.C.


Contratei esse coach ou orientador porque, na minha opinião, ele resolve muitos dilemas éticos e morais que enfrentamos na gestão diária de uma empresa privada ou pública típica. Confúcio foi um gênio em sua época, especialmente porque teve que aconselhar um governo em meio a uma crise social que poderia ser levada à atual. E como um bom gênio de sua época, ele teve que viver ambas as reações que a sociedade tem a um pensador como esse luminar: elas o eliminam ou exaltam, nunca um meio-termo.


Outra virtude de ter Confúcio como conselheiro será a incrível habilidade que ele tem de provocar novas ideias enquanto lê. Ao ler as recomendações que escrevi, tenho a intenção clara de que o leitor poderá criar um novo livro em sua mente. Não importa que possa ser deformado, mal compreendido ou enriquecido. Porque um livro clássico precisa ter exatamente essa capacidade de gerar novas ideias.


Tentando analisar esse orientador que nos guiará nas páginas seguintes, apresentarei suas ideias aceitando que são recomendações de um ser humano excepcional, mas afinal, um ser humano com defeitos e virtudes. Já que Confúcio propõe ideias essenciais para a administração atual. Uma delas é a necessidade de enxergar a administração de empresas, ou gestão como chamei neste livro, como uma oportunidade de gerar lucros sem perder de vista o equilíbrio com a justiça social na empresa.


Confúcio propõe que, para obter apoio político na empresa, os consultores têm o dever moral de criticar os gestores, mesmo correndo o risco de serem demitidos, quando abusam de seu poder ou pressionam os funcionários em um sentido de maximização. Milhares de anos atrás, Confúcio já observava a necessidade de estabelecer metas de alto desempenho, sem que isso

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